S3tArt-Doomer no Amazônia das Artes

Episódio 01 do S3tArt com o artista Doomer-PI confirmado na mostra de arte SESC Amazônia das Artes 2016, circulando junto com mais 10 filmes realizados na região mais o estado do Piauí.

Conexão, Intensidades, Intercâmbio, Rede e Diversidades. Palavras que marcam a nona edição do Sesc Amazônia das Artes. Um programa do Sesc, para a circulação e intercâmbio das artes, que desconstrói a ideia de que não é possível fazer arte fora dos grandes eixos. Trazendo trabalhos com potência criativa, inquietações e provocações de artistas de 10 estados brasileiros, que geograficamente e politicamente estão identificados como Amazônia Legal. Ao mesmo tempo em que as questões naturais os aproximam, os interesses estéticos se mostram diversos e intensos.

Fazem parte deste programa as administrações regionais do Sesc nos estados Acre, Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Maranhão, Amapá, Tocantins e o Piauí, com o apoio técnico e financeiro do Departamento Nacional do Sesc. Que juntos já potencializaram o trabalho de mais de 570 artistas, que se conectaram e conheceram públicos diversos.

Na edição anterior do projeto, foi introduzida uma modalidade muito importante: as etapas Conexões, nas quais os artistas, que apresentam semelhanças entre seus interesses artísticos, se encontram para trocar experiências, técnicas e estabelecer conexões artísticas e afetivas. Afetar também no sentido do encontro, do contato, perceber como os processos podem ser influenciados e experimentados na fronteira com o outro. Em sua nona edição, este espaço se potencializa e se solidifica, e será experimentada por todas as linguagens, inclusive literatura e cinema.

O Sesc Amazônia das Artes é uma importante rede de intercâmbio das artes e da cultura, que pretende ultrapassar a indispensável ação de divulgar os trabalhos, mas se desafia também a criar laços, fortalecer a criação artística, dar visibilidade para as potencialidades estéticas que aparecem “do lado de cá” do país, encontrar respostas criativas e alternativas para as dificuldades encontradas, como o custo amazônico (custos onerosos de produção, devido as grandes distâncias) e a escassez de políticas públicas para a cultura.

 

 

Advertisements

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

w

Connecting to %s

Create a free website or blog at WordPress.com.

Up ↑

%d bloggers like this: